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SHOWROOM HOURS

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Sat - 9:00AM-5:00PM
Sundays by appointment only!

MINICURSOS

ATENÇÃO!
Eventualmente, a título dos minicursos pode ser alterada em função da indisponibilidade de comparecimento do ministrante ao CONEDU.
A cada edição estamos buscando ampliar o espaço para as atividades formativas em minicursos observando as áreas temáticas dos grupos de trabalho e as discussões da atualidade do campo da Educação.
Cada congressista tem o direito de participar de apenas 1 (um) minicurso.

Ementa: O objetivo deste minicurso é apontar algumas contribuições da teoria/análise dialógica do discurso, particularmente do conceito de gêneros do discurso, para o ensino de língua portuguesa (especialmente leitura e escrita), sob o enfoque da interdisciplinaridade. Trataremos de alguns pressupostos de base linguístico-filosófica de Bakhtin e o Círculo. Do ponto de vista metodológico, o minicurso está organizado em duas etapas: 1) discutir as noções de língua(gem), texto, enunciado, discurso e gênero; 2) apresentar algumas implicações para a questão do ensino, a partir de um enfoque interdisciplinar. O presente minicurso coaduna-se com a proposta do congresso porque considera o estudo de gênero nas práticas reais de uso da linguagem, apoiando-se na compreensão de que a língua é um evento discursivo e que, portanto, deve ser estudada em seu contexto de produção. Assim, a realização desse minicurso se torna relevante porque busca oportunizar discussões sobre o ensino de Língua Portuguesa que se aproximam das efetivas situações de comunicação e de interação social, além de criar oportunidades para a formação continuada dos professores de língua. Ministrantes: Patrícia Silva Rosas de Araújo; Pedro Farias Francelino. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 62

Ementa: A necessidade de viabilizar políticas inclusivas em nossas escolas, pensar práticas que atendam alunos em suas diferenças e propor alternativas para o convívio na diversidade são objetivos desta reflexão. Para tanto, traremos à tona a realidade do projeto intitulado “Tirando Dúvidas, Sanando Dívidas”, desenvolvido no Colégio Brigadeiro Newton Braga (CBNB), na cidade do Rio de Janeiro. Essa proposta, que tem possibilitado um avanço no processo ensino-aprendizagem dos alunos e nas relações que envolvem seu próprio reconhecimento como participante efetivo de uma sociedade, possui como alicerce a práxis do professor. A partir do pressuposto básico de que cada escola, cada turma e de que cada estudante é singular, nosso objetivo não é o de ensinar a construir um projeto ou dar receitas prontas, mas elucidar caminhos por nós percorridos nesse processo, a partir experiências. Para isso, faremos uma abordagem detalhada das atividades desenvolvidas pelos professores e das reflexões do grupo sobre elas. Dentre as práticas e reflexões, apresentaremos com maior ênfase aquelas que, em nosso entender, contribuíram expressivamente para o desenvolvimento do fazer docente e da aprendizagem. Como acreditamos que esse projeto está em constante construção - nossa principal crença a respeito da formação docente e do processo ensino-aprendizagem - pretendemos compartilhar nosso vivido e conhecer as experiências dos participantes deste minicurso. E para finalizar, realizaremos uma atividade prática sobre a lenda do pássaro Tsuru, com o intuito de demonstrar como esse tipo de atividade pode contribuir para o processo ensino e aprendizagem em sala de aula. Ministrantes: Janaína Moreira Pacheco de Souza; Marcelo Jannuzzi Franceschin; Rômulo Cesar de Albuquerque. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 67

Ementa: A proposta em questão tem como objetivo apresentar aos/as participantes do evento discussões teóricas na área de gênero e diversidade e possibilidades de aplicabilidade no ambiente escolar. Para tanto, a atividade se dará em dois momentos. O primeiro deles se voltará para a reflexão do gênero enquanto categoria analítica, a fim de situar o/a leitor (a) no universo teórico desta discussão a partir de menções a estudiosos/as como: Scott (1990), Corrêa (1996), Barbieri (1992) Aguiar (2007) e Tedeshi (2005) pensando no gênero enquanto construção social e abrindo espaço para uma reflexão de como o masculino e o feminino ainda são representados. Em seguida, apresentaremos propostas pedagógicas a serem aplicadas no universo escolar, para que docentes tenham a possibilidade de pensar em uma reflexão de caráter inclusivo e pautado no respeito a diversidade. De forma interativa, buscaremos dialogar com os interessados para que a discussão seja enriquecedora e capaz de agregar experiências do universo escolar dos participantes do evento. Dinâmicas e rápidos documentários serão utilizados como forma de ampliar o debate e gerar pontos de discussão interessantes sobre a temática em foco. Vale salientar que o minicurso está afinado com o GT 07 - Gênero, Sexualidade e Educação, pois pauta sua discussão nas relações de gênero e na diversidade sexual pensando na sua interface com a educação ao apresentar propostas pedagógicas para que esta discussão seja aplicada em sala de aula. Do mesmo modo, o mini-curso em questão dialoga com a temática do IV CONEDU A Educação brasileira: desafios na atualidade, pois falar sobre gênero e diversidade na atualidade é desafiador para a educação nacional, pois além de refletir sobre este enquanto categoria analítica se dispõe a discuti-lo no universo escolar pensando em práticas pedagógicas que contribuam com um ambiente inclusivo e humanizador. Ministrantes: Danielle Ventura de Lima Pinheiro; Gilmário Kassandro Xavier Pinheiro. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 52

Ementa: O minicurso tem como proposta central o diálogo e a estimulação de vivências com os participantes a partir da importância de compreender as necessidades próprias da infância, ao incluir a criança com deficiência e aquelas com altas habilidades e/ou superdotação, em contexto educacional. Como, também, buscará confirmar a necessidade de haver uma proposta de ensino-aprendizagem em uma Sala de Recursos Multifuncionais – SRM, em consonância ao Ensino Regular em uma Escola Inclusiva que evidencie a adaptação e a flexibilização curricular, a estimulação de habilidades e de potencialidades do educando público-alvo da Educação Especial e Inclusiva, a partir de um Plano de Desenvolvimento Individualizado que tenha como base norteadora os conceitos de ludicidade, criatividade, sensibilidade, artes, expressão, liberdade, diversidade, infância e inclusão, à luz de um diálogo reflexivo com interlocutores que desenvolvam estudos nas áreas de Artes, Ludicidade e Educação e as próprias experiências das ludoeducadoras inclusivas Cecília Barriga e Denise Villar em espaços de artes, educação e inclusão. O processo de criação da palhaça Mademoiselle Clown em contexto de inclusão educacional de alunos com deficiência e com altas habilidades e/ou superdotação também será apresentado aos participantes como forma de inspiração de práticas educacionais mais lúdicas e humanizadas. O minicurso tem como objetivo dialogar e vivenciar práticas de Artes e Inclusão. A metodologia utilizada pelas ministrantes para a organização da mediação entre os participantes e os objetivos do minicurso se dará por meio dos seguintes procedimentos: 1. Abrir as portas para a inclusão (conhecimento inicial do participante sobre o conteúdo); 2. Sala de Recursos Multifuncionais em contexto de inclusão educacional (explanação das ministrantes a partir de uma pesquisa teórica, prática e legal); 3. Diálogo sobre as experiências de Artes e Inclusão com a palhaça Mademoiselle Clown e seu processo de criação artístico (Experiências em escolas públicas municipais em Belém-PA, por meio das Artes Cênicas, Expressão e Inclusão); 4. Educar, brincar e incluir... Um trio necessário! (Vivências de Artes e Inclusão com os participantes do minicurso). O minicurso “O Professor, um Recurso Humano Lúdico: Vivências de Artes e Inclusão com a Palhaça Mademoiselle Clown”, elaborado por Cecília Barriga e Denise Villar, por meio da proposta do GT 11 – Inclusão, Direitos Humanos e Interculturalidade, coordenado por Disneylândia, Sandra Melo e Mônica Pereira, visará compreender, assim como objetiva-se tal grupo de trabalho, a complexidade dos processos educacionais que preocupam com a eliminação ou minimização das exclusões a partir de referenciais fundamentados nos Direitos Humanos em vinculação com perspectivas interculturais, sócio-políticas e psicológicas que contribuem para a compreensão do cotidiano educacional. Os estudos que ele compreende preocupam-se com a análise e produção de conhecimento em níveis micro, meso e macro, relativos a assuntos como: poder; saber; corporeidade; descolonização; igualdade/desigualdade; diferenças; culturas, políticas e práticas educacionais; práticas discursivas; diversidade; justiça social; cidadania e valores. Ministrantes: Cecília Pereira Barriga; Denise Targino Villar. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 33

Ementa: A busca pela Espiritualidade, entendida esta como um estado de êxtase, beatitude, quietude ou iluminação interior, parece ser uma marca da condição humana. Não se satisfaz o homem apenas com o bem-estar físico: moradia, segurança, alimentação, lazer, saúde, etc.; ele se move na procura de algo a mais, embora não saiba exatamente o que seja. O bem estar físico é condição muito desejável para a Espiritualidade, mas não suficiente, já a Educação Emocional é condição obrigatória. O indivíduo saudável em termos de regulação emocional, ou seja, aquele que lida com suas emoções permanecendo em um estado de bem-estar, tem as condições mínimas para empreender sua busca espiritual. Neste entendimento, há que compreender portanto o lugar que ocupam as emoções na constituição do ser. O mini-curso propõe então: 1) apresentar uma visão pluridimensional do ser, constituído pelas dimensões física, vital, emocional, mental e espiritual; 2) discutir conceitos de saúde (harmonia entre as dimensões), doença (desarmonia entre as dimensões) e cura (re-harmonização do ser); 3) entender o que são as emoções e o papel da Educação Emocional no processo terapêutico de re-harmonização do ser; 4) compreender a importância das Terapias Complementares e Integrativas na busca pela Espiritualidade. O mini-curso pretende complementar as discussões desenvolvidas no GT-18 Educação Emocional, principalmente no que tange aos seguintes itens: “Compreender as relações entre Educação Emocional e Práticas Integrativas e Complementares. Compreender a relação saúde e Educação Emocional”. Ministrante: Fabricio Possebon. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 44

Ementa: A proposta de minicurso intitulada DIALOGANDO SOBRE AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O SEU ESPAÇO NAS ESCOLAS: EM TEMPOS DE RETROCESSO visa problematizar e refletir com os participantes como trabalhar pedagogicamente a temática das relações étnico-raciais nas escolas. Para cumprir o objetivo proposto iremos realizar nesse minicurso algumas dinâmicas, a exemplo da utilização de imagens que abordem a temática em estudo. Nessas dinâmicas, os participantes deverão justificar a escolha pela imagem. Também serão apresentados vídeos com as visões de pesquisadores da área, como a professora Dra. Nilma Lino Gomes, o Professor Kabengele Munanga, a Professora Dra. Solange Rocha e o Professora Dr. Antônio Novaes. O minicurso será finalizado com uma atividade, onde os participantes deverão responder através de um texto ao questionamento “Como implementar as relações étnico-raciais nas escolas?” No qual cada um/a deverá escrever um texto acerca da questão proposta. Entendemos que a partir da utilização dos vídeos e das dinâmicas poderemos problematizar e refletir com os participantes sobre a importância de incluirmos no cotidiano escolar a temática das relações étnico-raciais, em especial em tempos de retrocessos educacionais, onde vivenciamos a redução de investimentos em educação e de políticas de ações afirmativas. Ministrante: Sawana Araújo Lopes de Souza. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 48

Ementa: O minicurso objetiva apresentar aos participantes o MODO DE PENSAMENTO NARRATIVO, que expressa o modo de ser, agir, pensar e escrever do jovem contemporâneo. Mas, que é percebido pela academia como não adequado segundo seus parâmetros que não acompanham a mudança do jovem contemporâneo, cujo modo de viver coaduna-se com o modo de pensamento narrativo e, consequentemente suas escritas, para serem AUTORAIS, de fato e de direito, precisam permitir que esse sujeito narrativo apareça também nas suas produções escritas. Ministrantes: Maria Aparecida Gomes Barbosa; Mariana Pricilia de Assis. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 62

Ementa: A Educação Especial e Inclusiva estão sendo autoras de um novo quadro educacional brasileiro, pois possibilitou o ingresso de pessoas deficientes nos mais variados níveis escolares. Como resultado, podemos citar os espaços no mercado que os surdos estão alcançando, quadro este bem diferente de algumas décadas atrás. Isso é resultado da Educação. Contudo, devido à globalização, o ensino de línguas estrangeiras passou a ser obrigatório em escolas, sendo as principais o inglês e o espanhol. Contudo, sabemos que em algumas escolas, há a possibilidade de se estudar outras línguas, tais como o alemão, em escolas do Rio Grande do Sul e o japonês, nas escolas da cidade de São Paulo. Não obstante, isso gera uma espécie de paradoxo educacional, pois muitas vezes os professores se deparam com um discente surdo em sala e não sabe como atuar com ele, visto que muitas indagações surgem, tais como: sou eu ou o intérprete quem vai ensinar ao aluno surdo? Que tipo de inglês (americano, britânico, australiano etc.) ou espanhol (colombiano, argentino, chileno etc.) vou usar? Estas são exemplos de perguntas básicas e que podem surgir quando da presença de tal aluno. Sabemos que as escolas inclusivas devem ter o profissional tradutor intérprete de Libras em seu quadro de funcionários, porém, como será feito esse trabalho? Pois se o intérprete souber a língua estrangeira a ser lecionada e interpretar para a Libras, o ensino e o objetivo das disciplinas não serão cumpridos a contento. Logo, essa e outras indagações serão respondidas durante este minicurso. Para tanto, este minicurso será dado de maneira dialogada, não apenas expositiva, pois acreditamos ser esta uma ferramenta didática que melhor atende às expectativas quanto ao ensino-aprendizagem. Dentre os conteúdos, explicitaremos o que é a Libras e como os surdos se comportam diante da aprendizagem de uma língua estrangeira, bem como esperamos possibilitar estratégias e ferramentas de ensino-aprendizagem para estas línguas. Acreditamos, diante do exposto, que este minicurso será um referencial para àqueles profissionais da educação que trabalham com alguma língua estrangeira, mas que encontram obstáculos ao lidar com um corpo discente que apresente um surdo. Ministrantes: Nehemias Nasaré Lourenço; Matheus Silva Ferreira. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 46

Ementa: Resumo: Considerando que a formação leitora é um dos principais compromissos da escola, esta proposta surge a partir da inquietação do pouco espaço cedido pela escola para a leitura de textos literários, sobretudo a leitura de poemas. Soma-se a isto a constatação da pouca presença dos textos de autoria feminina na sala de aula. Levar o texto literário para sala de aula contribui para “a imersão significativa do aluno na própria cultura, de forma mais crítica e inventiva [...]” (SILVA, 2008, p. 47). Segundo Cosson (2006, p. 27): “Ler implica troca de sentidos não só entre o escritor e o leitor, mas também com a sociedade onde ambos estão localizados”. Portanto, estudar literatura é ter acesso à própria cultura, como também à cultura de outrem. No entanto, se o professor não for um leitor literário, dificilmente conseguirá formar leitores. Talvez esse seja um dos motivos pelos quais o trabalho com a leitura dos gêneros literários fique em segundo plano. Não basta ler, é preciso saber interpretar, e nesse quesito, o poema é considerado por alunos e professores um dos gêneros mais difíceis. Desta forma, pretendemos apontar possíveis abordagens para o estudo do poema, enfatizando os textos de autoria feminina, pois, conforme Pinheiro (2007, p. 43): “À medida que o trabalho com o texto poético vai se tornando constante, vão surgindo necessidades de procedimentos pedagógicos novos”. Todavia, não pretendemos criar um manual de ensino de poema, mas construir possibilidades para a leitura de poemas na escola. A metodologia adotada nesta proposta será dividida em 4 momentos: 1) Dinâmica inicial; 2) Reflexão sobre pressupostos teóricos e metodológicos do trabalho com o poema em sala de aula; 3) Leitura e diálogo de poemas de diversas poetisas; 4) Escolha de poemas pelas equipes formadas no minicurso para realização de atividades lúdicas como declamação e diálogo com outras linguagens. Ministrantes: Ana Lúcia Maria de Souza Neves; Jailma da Costa Ferreira; Fernanda Karyne de Oliveira. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 76

Ementa: Os quadrinhos são um recurso didático, que quando bem aplicados, auxiliam no facilitamento do processo ensino – aprendizagem, independente da faixa etária. Entretanto, sua utilização em sala de aula, principalmente no ensino de ciências da natureza, Biologia, Física e Química, é pouco explorada. Isto, se deve ainda por diversos fatores, entre eles, podemos citar, como primordial, o desconhecimento do profissional da educação em saber trabalhar de forma adequada com esse tipo de ferramenta educacional. O objetivo central desse minicurso, é fornecer a(o)s professore(a)s técnicas apropriadas para que ele(a)s sejam capazes de criar seus próprios quadrinhos autorais ou fazer adaptações convenientes que possam ser utilizadas em sala de aula com seus/suas aluno(a)s, mesmo para quem não sabe desenhar, pois se utilizará softwares adequados para produção dos quadrinhos. Esta oficina possui um caráter de abordagem interdisciplinar e devido a multimodalidade da linguagem dos quadrinhos pode ser adequado a vários grupos de trabalhos, tais como: formação de professores (GT-01), Linguagens, Letramento e Alfabetização (GT-08), Ensino de Ciências (GT-160, Tecnologias e Educação (GT-19) entre outros, e será realizada em dois momentos principais. Na primeira parte serão mostrados os aspectos teóricos que embasam o trabalho com a linguagem em quadrinhos. Serão vistos os seguintes tópicos: histórico, códigos utilizados na linguagem em quadrinhos, conceito de arte sequencial, storyboard, teorias de aprendizagem, utilização dos quadrinhos em provas de vestibulares e ENEM. A segunda etapa vai constar principalmente da elaboração de uma História em Quadrinhos (HQ`s), onde o(a) participante vai desenvolver seu próprio quadrinho. Nesse ponto, serão trabalhados os seguintes aspectos técnicos: concepção da ideia (autoria ou adaptação), desenvolvimento das HQ`s: roteiro, narrativas, descrição de personagens e cenários, esboço quadro – a – quadro, diagramação, finalização/arte final, publicação em várias mídias, aplicação e utilização de softwares voltados para HQ`s. Ministrantes: Victor João da Rocha Maia Santos; Fernanda Britto da Silva. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 26

Ementa: O Role Playing Game (RPG), traduzido como Jogo de Interpretação de Papéis, é é um tipo de jogo que mistura estratégia e interpretação. Diversos trabalhos já apontaram o RPG como um mediador de aprendizagem a partir de sua característica de colocar o jogador no papel de outrem. Partindo desse princípio, este minicurso tem como objetivo mostrar de forma prática como professores e pesquisadores podem utilizar o RPG como ferramenta para trabalhar a interdisciplinaridade de forma lúdica, possibilitando que seus alunos trabalharem a alteridade através da interpretação de papéis. No primeiro momento será apresentado o que é o RPG e a forma como o mesmo funciona, depois será apresentado de que forma o RPG pode ser utilizado emc ada disciplina. Por último, os participantes participarão de uma sessão de jogo, onde poderão colocar em prática o que foi visto anteriormente. Pretendemos mostrar o RPG como uma forma de colocar o aluno em situações-problemas que requerem capacidades de raciocínio e percepção que não seria possível em outros jogos ou atividades. Essa interação possibilita que o aluno possa desenvolver uma maior compreensão dos conteúdos vistos em sala através da vivência desta realidade por meio das sessões de jogos. A dinamização proporcionada nas aulas pela utilização do RPG garante, não só a melhor absorção do conteúdo pelos alunos, como também serve como fator socializante e que auxilia na manutenção das diversas disciplinas dentro da sala, visto que exige atenção por parte do aluno na narrativa, demonstram sua viabilidade no meio educacional. O minicurso relaciona-se com o tema do IV CONEDU na medida que trabalha uma nova abordagem dos mais diversos assuntos na sala de aula, permitindo a intersecção de diversas disciplinas e a abordagem lúdica das mesmas, como forma de dinamizar o processo de ensino-aprendizagem. Ministrantes: Joycimara de Morais Rodrigues; Rainaire Mirtes de Almeida Fernandes. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 57

Ementa:O ser humano moderno lida com um mundo de informação dinâmico e mutável, no qual a informação sonora é peça fundamental. Num mundo cada vez mais ruidoso, as pessoas, surpreendentemente, tornaram-se mais do que insensíveis. Como se isso já não fosse preocupante, tornaram-se adeptas do barulho. O som, antes símbolo da divindade, tornou-se, nos nossos dias, um grande problema. Ao mesmo tempo em que nos ensurdecemos, tornamo-nos auditivamente mal educados. O constante ruído de fundo é algo incessantemente escutado, ao qual as pessoas acabam habituando-se. É preciso uma ação educativa que alerte-as para a corresponsabilidade com a qualidade dos ambientes sonoros. É preciso desenvolver a escuta pensante, para que a consciência auditiva da população seja ampliada, para que seja capaz de decidir sobre quais sons deseja estimular e quais deseja retirar de suas paisagens sonoras. Uma ação educativa que as capacite para intervirem em suas comunidades, na melhoria da qualidade de seus ambientes sonoros, torna-se uma questão de importância inalienável. Um ambiente ruidoso, repleto de sons indesejáveis, pode aumentar consideravelmente o risco de doenças, o estresse, diminuindo a capacidade de desenvolvimento humano e social. Neste minicurso, direcionado a professores em geral, desenvolvemos um conjunto de exercícios voltados para percepção, classificação e criação de sons, buscando desenvolver a audição pensante, a melhoria da percepção auditiva e da imaginação, a investigação em torno da produção dos sons, bem como o olhar crítico para os sons de nossa sociedade, e ainda formas de melhorar seus ambientes acústicos, planejando torná-los mais agradáveis e saudáveis. Ao longo das atividades, buscamos dialogar em torno de como as diversas disciplinas podem contribuir n formação dessa consciência auditiva, convidando-os a pensarem em suas experiências sonoras como apreensões de eventos sonoros, frutos da dinâmica da paisagem sonora, onde elementos em ciência, tecnologia e cultura podem ser incorporados. Ministrantes: Francisco Nairon Monteiro Júnior; Josué Mendes da Silva; Mariana Cousseiro de Lima. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 65

Ementa: Este minicurso objetiva construir ideias que ligam o pensamento freireano, a educação do campo e o ensino de ciências naturais. Que será realizado em 3 etapas, na primeira será realizada a revisão da literatura, na segunda serão discutidos trabalhos que articulam o ensino de ciências naturais ao pensamento freireano, e na terceira será aberto um diálogo com o intuito de elevar o nível cognitivo com relação as questões de investigação cientifica sobre ensino de ciências naturais. A proposta formativa se fundamenta no desafio debater a educação do campo que recentemente começou ganhar espaço nas pesquisas sobre educação, no entanto, pouco se é falado sobre essa modalidade de ensino nos cursos de licenciaturas convencionais. O contato com a proposta de ensino da educação do campo, desenvolvida a partir da realidade dos estudantes, possibilita ao futuro docente conhecer uma prática problematizadora e balizada pelo diálogo. Contribuindo para a formação profissional de maneira crítico-reflexiva através de um diálogo sobre a alternância, a investigação na comunidade e o estudo da realidade, tendo em vista o seu potencial formativo para uma aproximação efetiva entre o que ensinamos na universidade/escola com a ação educativa e comunitária, que suscita discussões sobre o fazer docente e o papel do conhecimento científico para compreensão da realidade. A proposta se relaciona com a temática central do II CONAPESC pela possibilidade e potencialidade da perspectiva freireana para viabilizar a construção participativa de currículos concomitante a processos de formação de professores numa perspectiva libertadora e multidisciplinar a partir de atividades articuladas de pesquisa, ensino e extensão que tenham como eixo articulador o processo de “investigação temática”. Ministrantes: Artur Torres de Araújo; Francivaldo Balbino da Silva. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 65

Ementa: O minicurso “Educação Ambiental emancipatória: antes do futuro, o presente.” objetiva proporcionar reflexões sobre práticas de educação ambiental, identificando suas relações com o fortalecimento da ordem econômica vigente e apontando estratégias para a construção de conhecimentos fundados na reflexão teórico-crítica. Seu desenvolvimento constará de três etapas: refletir sobre o sistema econômico vigente, seus impactos na questão ambiental e identificar a contribuição de práticas de educação ambiental no mantenimento da insustentabilidade ambiental; entender a perspectiva emancipatória da educação ambiental; exercitar contextos e propor formas de abordagem da temática nas diferentes práticas de ensino. A Política Nacional de Educação Ambiental entende que esse processo de educação busca que as pessoas construam valores sociais, conhecimentos, atitudes e competências para a conservação ambiental, devendo ser um componente essencial e permanente na educação no Brasil, tanto no âmbito formal quanto no não formal. Entender, portanto, as contradições presentes no exercício desse processo educativo é indispensável para proporcionar reflexões que conduzam para a efetiva revisão de valores e de práticas cotidianas. Essa revisão demonstra grande potencialidade de contribuir para a construção de novas perspectivas, que caminhem na direção de melhorias na realidade socioambiental do país. É necessário superar a concepção massiva de que a preservação ambiental é justificada apenas num objetivo futuro podendo-se, por essa razão, deixar a mudança de atitudes para um momento oportuno. Entender que o presente é o elemento determinante para a sustentabilidade socioambiental apresenta-se como um dos principais caminhos para uma prática profissional crítico-reflexiva. Ministrantes: Erica Paula Elias Vidal de Negreiros; Cirlene da Silva Maia. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 28

Ementa: A proposta deste minicurso é garantir uma reflexão sobre o currículo como um documento legal, resultante de disputas sociais. Seu público alvo é docentes em formação inicial e/ou continuada, integrando os trabalhos relacionados à área temática Didática, Currículo e Política Educacional. Objetiva conhecer o que é o currículo, quem o faz, seu processo de formalização e quais as teorias que o orientam (MOREIRA e SILVA, 1994; SILVA, 2013), e dessa forma aprender sua história, no Brasil, bem como entender a Base Nacional Curricular e o que ela representa no conjunto da Educação. Daí, compreender o currículo como recorte cultural, consolidado no embate entre grupos e setores da sociedade civil e o Estado, resultando a afirmação de: quem protagoniza o processo curricular produz ciência, escolhe o lugar desta produção, para quem ela é feita e qual lógica obedece essa tessitura (ARROYO, 2013; SOLANO, 2016). Nesse sentido, cabe o questionamento da validade da ciência como uma racionalidade única e imparcial. Daí, retornar à legalidade do currículo, e entender como o currículo se forja no trânsito entre a Academia e o Congresso. Assim, o currículo é a concretude das relações de saber-poder capaz de materializar as desigualdades sócio-políticas e econômicas, com intencionalidade, a partir da expropriação das territorialidades dos sujeitos silenciados e, por isso, impedidos de determinar suas identidades próprias e particulares, um diálogo sobre as diferenças que nutrem desigualdades e tem implicado em violências diversas, de gênero, de sexualidade, de etnia-raça, de classe, de geração (LOURO, 1997; OLIVEIRA e CANDAU, 2010; BANDEIRA, 2013). Ao final, avaliar, pelo exposto e pela apostila do minicurso, a fragilidade do atual modelo curricular, sua aparente democracia, seus avanços e retrocessos: sendo o currículo uma peça única e universalizante, se constitui num objeto ideológico, de recorte cultural hegemônico, então, qual a possibilidade do currículo cumprir com o princípio básico constitucional da universalidade da educação como direito e promoção da equidade e da inclusão? Ministrantes: Andréa Bandeira; Marcos Antonio Solano. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 63

Ementa: A educação como processo socializador se vincula profundamente a laços de normalização, classificação e diferenciação social dos sujeitos. A educação na sua função normalizadora não deixa de contemplar em suas práticas curriculares essas violências. Uma perspectiva “queer” ou “transviada” parte do reconhecimento das diferenças (MISKOLCI, 2016) e da desnaturalização e desconstrução dos processos normativos que são acionados durante o cotidiano escolar para sustentar a heteronormatividade: diversas pedagogias da exclusão, da sexualidade, do “armário” e do “insulto”. O objetivo desse minicurso é desconstruir os processos normativos acionados na educação brasileira a partir das assertivas “queer” ou “transviadas” e principalmente de categorias utilizadas por Judith Butler (2002, 2006, 2010, 2016) tais como enquadramento, inteligibilidade, reconhecimento, vulnerabilidade, precariedade, performatividade de gênero, abjeção. O minicurso se propõe a repensar as práticas educacionais brasileiras numa tentativa de fomentar uma educação na/pela/para diferença e contra-heteronormativa não apenas nos processos escolares como também nas formações de professores. Ministrante: Fabrício de Sousa Sampaio. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 69

Ementa: As emoções desempenham um papel central nas nossas vidas, especialmente por serem estruturantes no desenvolvimento de uma pessoa. Elas influenciam a personalidade, estão nos comportamentos, têm impactos na nossa saúde. Além disso, as emoções estão na fonte da aquisição de competências fundamentais para lidar com exigências sociais, que clamam por pessoas com disposição para trabalhar em grupos e que tenham capacidade de estabelecer relações interpessoais harmoniosas e saudáveis. A Educação Emocional emerge como uma necessidade social e educativa com o objetivo maior de desenvolver habilidades emocionais para contribuir satisfatoriamente para o bem-estar pessoal e social das pessoas. Enquanto processo de conhecimento e autoconhecimento, ela ocorre de forma integrada, proporcionando uma expansão na consciência sobre as emoções e sentimentos. Neste contexto, podemos distinguir os seguintes objetivos da Educação Emocional: possibilitar maior conhecimento das nossas emoções e sentimentos; permitir a identificação das emoções e sentimentos das outras pessoas; desenvolver habilidades para melhor lidar com as nossas emoções e sentimentos; aprender a prevenir as consequências prejudiciais das emoções desagradáveis; desenvolver habilidades para gerenciar com as emoções e sentimentos positivos; permitir um melhor relacionamento interpessoal e social; desenvolver uma maior competência emocional; ampliar a capacidade da automotivação; expandir uma atitude positivar diante da vida; dentre outros. O mini-curso Introdução à Educação Emocional pretende apresentar os elementos fundamentais da abordagem denominada Educação Emocional Integrativa-EEI, que alia as diferentes dimensões do ser e não apenas a emocional e a mental, tendo em vista o bem estar subjetivo das pessoas. Neste sentido, objetiva-se refletir sobre as possibilidades de educar-se emocionalmente considerando a totalidade implicada que constitui a integralidade do Ser em suas dimensões anímica, mental, vital e somática. Ministrante: Elisa Pereira Gonsalves. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 53

Ementa: Os mapas conceituais foram propostos por Joseph Novak (1975 apud RIBEIRO; NÚÑEZ, 2004) como estratégia, instrumento ou recurso da aprendizagem significativa. São instrumentos que podem ajudar na busca das ideias prévias dos estudantes e na organização hierárquica dos conceitos. Consistem em um esquema visual que representa as relações significativas entre os conceitos, além de poder expressar a compreensão dos estudantes sobre o campo conceitual do tema. São representações gráficas semelhantes a diagramas que indicam relações hierárquicas entre conceitos. De acordo Novak e Gowin (1988 apud SILVA e NÚÑEZ, 2007), os mapas apresenta-se como um (a): Estratégia (ajuda os estudantes na aprendizagem e os professores na organização dos materiais para a aprendizagem); Método (ajuda os estudantes e professores a captar o significado dos materiais para a aprendizagem); Recurso (Serve como um recurso esquemático para representar o conjunto de significados na estrutura de proposições). Neste contexto, o presente mini curso terá como objetivos: - Discutir a importância do uso de Mapas Conceituais como ferramenta de apoio no Ensino de Química;- Explicar os mapas conceituais como representação da estrutura conceitual dos conteúdos; - Planejar atividades de ensino para a construção de mapas conceituais a partir de conteúdos de Química. O mini- curso se constituirá das seguintes etapas: 1º Momento: Dinâmica de Apresentação (15 min); 2º Momento: Discussão Teórica: Aprendizagem Significativa de David Ausubel; O que são os mapas conceituais?, Os mapas conceituais como ferramenta cognitiva: processo de elaboração, elementos e características, A construção de Mapas Conceituais; Algumas utilidades dos Mapas Conceituais, Modelos de Mapas Conceituais; Resultados de trabalhos de pesquisas utilizando Mapas conceituais no Ensino de Química (120 min); 3º Momento: Atividades Práticas: Construção de Mapas Conceituais ( 90 min); 4º Momento: Avaliação do Mini Curso (15 min). Espera-se a partir deste Mini Curso que os participantes possam compreender que os mapas conceituais apresentam-se como técnica útil para a aprendizagem de conceitos como construção de sentidos. Apresentam-se como ferramentas para integrar conteúdos conceituais, contrapondo-se à fragmentação destes, que é uma característica do “ensino tradicional”. Como instrumentos de avaliação, possibilitam ao professor e aos estudantes explicitar elementos da compreensão do conteúdo como componente das suas estruturas cognitivas. Ministrantes: Thiago Pereira da Silva; Francisco Carlos de Medeiros Filho. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 46

Ementa: Muitos acreditam que participar de congressos, apresentar trabalhos, pesquisas, relatos, é para poucos, como algo misterioso a ser realizado. Na verdade, o necessário, e imprescindível, é sabermos, e entendermos ao certo, no que diz respeito às diversas modalidades de escrita acadêmica, como pôster, relato de experiência, comunicação científica, oficina, minicurso, entre outros. Com isso, este minicurso tem como objetivo discutir estrutura de congresso em termos de suas modalidades e o processo de escrita acadêmica de cada uma delas. Espera-se trazer clareza a todos os participantes, para que possíveis e futuros trabalhos possam ser elaborados, submetidos, apresentados, discutidos e publicados em congressos, desfazendo assim o mistério, que por muitas vezes, rodeia esta problemática. Ministrante: Abigail Fregni Lins. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 36

Ementa: Atividades lúdicas, como jogos e brincadeiras podem engajar o aluno ao estudo e promover melhorias no aprendizado, no entanto a falta de conhecimento dos princípios envolvidos, planejamento e mediação intencional do professor, perdemos o potencial pedagógico da atividade. A partir de vivencias e utilização de fragmentos de textos científicos serão desenvolvidas algumas propostas de atividades que servirão de requisitos para a reflexão e mediação da aprendizagem conceitos científicos. Serão abordados aspectos culturais, intencionalidade lúdica, elaboração de regras e sua mediação lúdica(legaliberdade) e outros aspectos para a construção de um compromisso com o encantamento da escola e aprendizagens mais contextualizadas e significativas. Ministrante: Cinthia Maria Felicio. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

Ementa: Este minicurso tem como objetivo discutir questões relacionadas aos princípios que norteiam a Educação do Campo e o currículo desenvolvido nas escolas do campo, além de construir, juntamente com os cursistas, uma proposta de currículo com base em temas da realidade dos sujeitos do campo. Nesta oportunidade, buscaremos enfatizar a importância do educador neste processo. Como referencial teórico, destaca-se Perassoli; Corrêa; Vieira (2009); Lindemann (2010); (2012) Lima (2011 e 2013) e Novais (2015), estes autores têm sinalizado para a necessidade de elaborar um currículo que dialogue com o dia a dia dos sujeitos do campo, sendo indispensável a inter-relação entre os conceitos científicos/conteúdos e suas histórias de vida, saberes, crenças, valores, costumes e às formas de trabalho dos campesinos. Esta proposta será fundamentada a partir da seguinte indagação: como fazer com que os professores, não apenas do campo, mas de modo geral, se envolvam nas questões e decisões curriculares, de modo a transformar os modelos recebidos? Durante o minicurso serão realizadas as seguintes etapas: (i) discussão teórica sobre questões relacionadas ao currículo e a Educação do Campo; (ii) elaboração de uma proposta curricular a partir de temas da realidade local e (iii) discussão sobre possibilidades e desafios da elaboração do currículo com base em temas da realidade dos educandos. Pretende-se com esta proposta, contribuir com a formação do educador do campo em que o mesmo sinta-se autor do currículo desenvolvido em sala de aula. Ministrantes: Edcleide da Silva Pereira Novais; Andreia Cristina Santos Freitas; Jaciara de Oliveira Sant Anna Santos. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 69

Ementa: Analisar o portfólio enquanto instrumento avaliativo capaz de verificar as aprendizagens significativas construídas pelos estudantes de modo a reconhecer sua importância e necessidade de planejamento em parceria com os estudantes, autores dos registros. A singularidade presente nos registros nos leva a discutir sua relevância e presença de elementos para uma autoavaliação por meio dos registros. O portfólio é um dos elementos que atribui significado a uma avaliação formativa. Durante o curso alguns trechos teóricos de Boas (2004), Ambrósio (2013 e 2015), Warschauer (2017) sustentarão a discussão teórica a respeito da avaliação, registro e aprendizagem. A dinâmica está planejada em rodas de conversa, registro pessoal a partir dos pontos discutidos, socialização, elaboração de planejamento de análise, leitura de portfólios de aprendizagem e sessão de vídeos onde a presença do portfólio possa ser contemplada e analisada. Ministrante: Ana Cecília Machado Dias. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 61

Ementa: Pesquisas mostram, nos diversos níveis de ensino na educação básica, que vários alunos sentem dificuldades em operar com adição, multiplicação e, principalmente com a subtração e divisão. Este minicurso tem por objetivo, não apenas discutir os aspectos relacionados às dificuldades de aprendizagem nas quatro operações básicas da Matemática, mas trazer sugestões que facilitem tal aprendizagem. Além de discutirmos sobre alguns entraves do ensino das operações básicas, como omissão às técnicas por parte de alguns docentes (despreparo ou desmerecimento do conteúdo) e/ ou dificuldades de aprendizagem de alguns alunos (por exemplo, discalculia), o minicurso abordará alguns meios facilitadores destes conteúdos. É necessário fazer uma ponte entre o conhecimento prévio dos alunos e a matemática formal. Para tanto, devemos trabalhar o conhecimento de forma contextualizada, bem como explorar situações problemas e refletir sobre a necessidade da utilização de metodologias diversificadas no ensino de matemática. Dentre as dificuldades de aprendizagem dos alunos, a discalculia pode ser também uma grande vilã, a qual muitos de nós educadores não sabemos, sequer, identificar. Vale ressaltar que o professor, em sala de aula, não é capaz de realizar o diagnóstico clínico, porém, em sua prática diária pode e deve observar o desenvolvimento de seus alunos e essa observação é fundamental para detectar as dificuldades da aprendizagem, a fim de que haja uma intervenção de um profissional capacitado (psicopedagogo ou psicólogo) e que sejam tomadas as devidas providências. Aplicaremos alguns testes que, possivelmente, detectam distúrbios de aprendizagem com os participantes do minicurso e pretendemos mostrar, na prática, como diagnosticar erros matemáticos nas quatro operações. Como este é um campo vasto e rico em possibilidades, espera-se contribuir para o desenvolvimento cognitivo e motivacional, tanto dos professores quanto dos alunos. Portanto, almejamos que, ao término deste minicurso, todos os envolvidos (ministrantes e participantes), evoluam, com as trocas de experiências, informações e conhecimentos. Ministrantes: Alanberg Montini Neves da Silva; Kléber Mendes Vieira. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

Ementa: No Brasil, o curso de Pedagogia é marcado por diferentes abordagens teóricas e metodológicas, proclamando, em diferentes momentos históricos, várias concepções de Pedagogo. Nesse sentido, objetivamos discutir a história da formação do Pedagogo, bem como analisar a problemática que envolve esse percurso e contextualizar a Racionalidade Prática como Norteadora de Novas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs com perspectivas a compreensão dos dilemas contemporâneos da formação do pedagogo. Este minicurso deseja contribuir para a clarificação desta temática, desenvolvendo as discussões em três momentos: apresentar as diversas perspectivas da formação docente e seu percurso histórico, suas implicações em tempos de DCNs e os dilemas contemporâneos da formação do pedagogo. Será privilegiada uma metodologia mista, integrando exposições, análise de documentos e pequenos debates. A proposta formativa tem raízes nas discussões de GATTI, 2010; PEREIRA, 2000; SAVIANI, 2008; PÉREZ GÓMEZ, 1995, SACRISTÁN; PÉREZ GÓMEZ, 1998; CONTRERAS, 2002; SCHÖN, 1983, 1987. Com a sua realização, pretende-se contribuir para a construção do pensamento crítico-reflexivo do cursista acerca dos aspectos históricos que foram considerados e valorizados na formação do pedagogo, possibilitando compreender os principais postulados e os dilemas contemporâneos dessa formação. Com isso, entendemos ser possível contribuir para a formação profissional do docente que deverá compreender o inter-relacionamento entre a formação do Pedagogo, seu percurso e dilemas contemporâneos. Com efeito, a discussão pretendida neste minicurso apresenta possibilidades para o melhoramento da formação docente e suas práticas, tendo em vista que há um inter-relacionamento com a temática central do IV CONEDU, pois aborda aspectos relevantes sobre os novos dispositivos legais para a formação do pedagogo, as DCNs. Ministrante: Alana Raquel Gama de Oliveira. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 26

Ementa: O sentido do termo “mística” adotado no minicurso refere-se a dois pressupostos gnosiológicos, a saber: a experiência da inseparabilidade epistemológica entre o sujeito e o objeto e sua incognoscibilidade. Ao propormos aproximações entre mística e docência, temos por objetivo ressaltar a dimensão performativa e a incompletude analítica da prática docente compreendida como atividade corporificada, ou seja, uma experiência de dispor-se, individual e coletivamente, em totalidade corporal e intelectual com a circunstância de ensinar/aprender. A docência, como fenômeno intersubjetivo e experiencial, não pode ser completamente analisada e decodificada em termos conceituais. Serão apresentadas e debatidas com os participantes do minicurso, as contribuições místico-filosóficas do italiano Giordano Bruno (1548-1600), particularmente, o livro “Heróicos Furores” (1585), no qual o autor refere-se ao “ímpeto racional” e à “apreensão intelectual” daquele que busca a sabedoria sem almejar alcança-la por meio de métodos (do grego metá e hodos significando “caminho a seguir”) já prescritos. Assim, a perspectiva da dimensão performativa da docência, no seu sentido artístico, artesanal e político, como uma forma contemporânea do maneirismo bruniano, implica que ela resiste à sua reprodução, por meio de metodologias. O professor e seus alunos são, antes de tudo, presenças conjuntas na sala de aula, num processo coletivo de mediações performativas em abertura permanente para a condição vital do aprender/ensinar e às vicissitudes que isso implica. Discutiremos e exemplificaremos, por meio de ações de ensino e pesquisa por nós já realizadas, as implicações, na formação de professores e na pesquisa educacional sobre essa área, do olhar acadêmico renovado sobre o fazer docente que propomos, incluindo o contexto relacional e corporificado dessa atividade como modo de resistência político-cultural à reificação e à virtualização dos sujeitos e das relações sociais entre eles, no âmbito educacional. Ministrante: Marcos Pires Leodoro. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 75

Ementa:O curso objetiva orientar os docentes a utilizar a leitura de roteiros de obras audiovisuais de ficção e documentário como instrumental em sala de aula. Por princípio, o roteiro é em si um texto elaborado a partir de uma série de referências que ao se reunir com outras linguagens produz o “texto” audiovisual. Cada uma dessas etapas permite uma leitura e uma elaboração artística e estética. Para aguçar a percepção das etapas, pretendemos propor exercícios de elaboração de um roteiro a partir de um texto selecionado (conto ou poesia) com a visualização posterior de uma versão audiovisual já realizada. Apresentaremos o texto a ser adaptado para discussão dos elementos presentes e as possibilidades de “leitura”. Em grupos, a turma elaborará sua versão em versão de curta-metragem para posterior apresentação e análise comparativa a fim de demonstrar as diversas possibilidades de interpretação e leitura sob a chave da adaptação livre. A partir dessa experiência, os docentes serão capazes de criar outras formas de trabalhar em sala de aula a relação entre textos literários e suas versões audiovisuais. Ministrantes: Rafael dos Santos; Maria Angelica Marques Coutinho. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 70

Ementa: A ampliação do acesso a escola publica não tem garantido sucesso no processo de alfabetização a um número significativo de alunos. Sendo assim, o objetivo da proposta, se pauta na necessidade em discutir um tipo de alfabetização que considere a diversidade de sujeitos existentes na comunidade escolar, levando em conta as seguintes questões: Na categoria aluno cabe a infância? Quem é o aluno? Parece-nos, que é uma criança indeterminada, genérica, universal, com comportamentos esperados, com desenvolvimento descrito a priori, previsível. Na categoria criança, em geral, não cabe sexo, cultura, etnia, religião, gênero. Trata-se do sujeito pré-concebido, idealizado na sua maneira de estar e representar o mundo. Assim, não se pode alegar o imprevisto, o inusitado. O papel que a escola vem se colocando é o de formar adultos. Logo, trabalha para o futuro. Para preparara para a vida adulta. O hoje, o aqui e agora não tem sido, em geral, relevante. Deste modo, com a finalidade em compreender o que gera tanto custo em nossas crianças, em seus processos de aquisição da língua escrita, demanda que dialoguemos com diferentes campos do conhecimento científico. Na tentativa de compreender o porquê da demanda considerável de sujeitos que, ainda, permanecem analfabetos ou analfabetos funcionais, ao fim do ciclo de alfabetização do ensino fundamental, releva a necessidade desse estudo. Posto isso, essa criança, sujeito da diferença é compreendido, aqui, como sendo fruto do caldeamento de distintas etnias e suas culturas, e que traz em si um modo peculiar de ler e representar o mundo. Trata-se, portanto, do sujeito da interculturalidade, que, por sua vez, não se alinha ao perfil cultural propugnado pela cultura científica. Nesta oportunidade queremos trazer um novo aspecto para nossa pesquisa: a desconsideração da infância e suas especificidades pela cultura escolar. As etapas para realização da proposta (minicurso), estarão divididas em três, importantes, etapas: Aspectos gerais da alfabetização no Brasil; os diferentes modos de pensamentos e os jogos simbólicos no processo de alfabetização. Ministrantes: Dina Maria Vieira Pinho; Ezer Wellington Gomes Lima. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 24

Ementa: Levando em consideração a temática do IV Congresso Nacional de Educação - A educação brasileira: desafios na atualidade - e a proposta do GT1, Formação de Professores, este minicurso tem como objetivo sensibilizar para a leitura literária, incentivando professores a desenvolver, para seus alunos, atividades leitoras, não somente a serem feitas em sala de aula, utilizando estratégias para uma compreensão efetiva dos textos literários. Herdeiros de uma escola que pouco lê e de uma formação que não elege a leitura como centro de aprendizagem e fonte de conhecimento, muitos professores evitam abordar a literatura ou se aproximar dela, por não se sentirem seguros no trabalho com esse eixo de ensino, cujos textos parecem fechados a uma leitura prazerosa. Para discutir essas questões, principalmente no que se refere às práticas escolares, recorre-se a pressupostos teóricos de Zilberman (2014), que aborda a leitura literária no cotidiano escolar e aponta formas de realizá-la; Cosson (2014), Souza e Girotto (2010) e Dalvi (2013), que não só defendem a utilização de estratégias de leitura, mas também propõem formas de ler, de compreender e de sugerir leituras dos textos que perfazem a diversidade de gêneros literários disponíveis. Além desses teóricos, inclui-se Solé (1998), que, mesmo não elegendo o texto literário nas suas propostas, orienta fazeres que também se adequam à abordagem da leitura literária. No âmbito deste minicurso, pretende-se, com base nos teóricos abordados, ler textos literários, a partir das estratégias propostas, e discutir formas de aprender/ensinar a ler em profundidade, visando à capacidade de compreender os textos literários, identificando neles ideias explícitas e implícitas, o que conduz, também, a uma leitura crítico-reflexiva. Ministrantes: Marineuma de Oliveira Costa Cavalcanti; Maria Claurênia Abreu de Andrade Silveira. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 50

Ementa: ARQUITETURA E ARTE AFRICANA: DA FILOSOFIA FORMA. Ministrante: Henrique Cunha Junior. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 as 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 77

Ementa: A formação de professores para EJA Ministrante: Elizabete Carlos do Vale. Dia: 15 de Novembro de 2017 Horário: 14h00 às 18h00

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 44

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